Maiores informações: (61) 3043-9618Aqui você vai se informar e discutir sobre possibilidades de inovação no fortalecimento da dignidade humana. Você encontrará relatos da vida real, notícias, eventos e novidades, histórias incríveis, desafios, superações, curiosidades e uma série de conteúdos, para profissionais ou simpatizantes, que mostram a realidade de quem trabalha e/ou valoriza o ser humano. Participe!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Evento em Brasília

domingo, 4 de abril de 2010
Palestra e debate em Brasília
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Núcleo de Reabilitação Psicossocial
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Notícias...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
TOC, TOC, TOC...

Prezado leitor, desculpe-me pela demora em atualizar o blog. Tive fazendo umas viagens, mas estamos de volta para aprender um pouco mais.
A pessoa portadora de TOC tenta ignorá-los ou eliminá-los através de ações que são intencionais e repetitivas. Geralmente reconhece que seu comportamento é excessivo ou que não há muita razão para fazê-lo.
As obsessões ou compulsões acarretam grande estresse, consomem tempo (mais de uma hora por dia) ou interferem bastante na rotina normal, no trabalho ou nas atividades sociais e relacionamentos interpessoais.
O TOC é produto da interação de vários componentes:
genética
influências ambientais
estruturas cerebrais
O TOC inicia-se em geral na adolescência e não há diferença entre os sexos.
O custo estimado da doença nos EUA em 1990 foi de 8,4 bilhões de dólares, se somados prejuízos sociais e econômicos.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A Ansiedade é uma doença. Psicoterapia e exercícios físicos ajudam. Saiba mais...

sábado, 26 de setembro de 2009
Depressão? é bom cuidar!

Os principais sintomas são:
• humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
sábado, 19 de setembro de 2009
Atingimos 1000 visitantes!

terça-feira, 8 de setembro de 2009
O que é Terapia de Família?
nçando mão das contribuições, principalmente, da Teoria Sistêmica. Esse grande marco teórico concebe o homem como um ser EM relação com outros seres, denominando assim, a formação de um sistema. É a RELAÇÃO que é o foco de estudo e intervenção na TF, cujo indivíduo não é mais visto como um ser isolado e descontextualizado de sua realidade.sábado, 5 de setembro de 2009
Ortorexia: você sabe o que é isso?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Eventos adolescentes e drogas


terça-feira, 1 de setembro de 2009
Diário de um terapeuta

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Você tem boa memória?

veja a imagem ao lado), que modificam as estruturas e as funções das conexões entre neurônios e levam e guardam as memórias.quarta-feira, 26 de agosto de 2009
27 de agosto: Dia do Psicólogo!

O Jeito psicologo de ser
Psicólogo não adoece, somatiza;
Psicólogo não transa, libera a libido;
Psicólogo não estuda, sublima;
Psicólogo não dá vexame, surta;
Psicólogo não fofoca, transfere;
Psicólogo não tem idéia, tem insight;
Psicólogo não resolve problemas, fecha gestalts;
Psicólogo não se engana, tem ato falho;
Psicólogo não muda de interesse, altera figura e fundo;
Psicólogo não fala, verbaliza;
Psicólogo não conversa, pontua;
Psicólogo não responde, devolve a pergunta;
Psicólogo não desabafa, tem catarse;
Psicólogo não pensa nisso, vive isso;
Psicólogo não é indiscreto, é espontâneo;
Psicólogo não é gente, é estado de espírito...
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Por quê e quando fazer terapia?

s por consultas variam de acordo com o profissional e a modalidade de atendimento. Em algumas clínicas e consultórios existem convênios e em algumas escolas de formação o acompanhamento pode sair de graça, quando muito cobram uma taxa simbólica. O atendimento, nesses casos, fica por conta de estudantes, quase formados, devidamente supervisionados por profissionais. A Universade Católica de Brasília (UCB) e Universidade de Brasília (UnB) são exemplos. Existem ainda as consultas ou sessões particulares, geramente em clínicas e consultórios. quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Pesquisa Apresentada em Congresso Belém-PA
os Multifamiliares (GMs) no contexto de Medida Socioeducativa de Internação. Gostaria de compartilhar com você esta valiosa ferramenta que contribui de sobremaneira para o trabalho técnico em todo contexto de vulnerabilidade social. Lembrando que disponibilizo aqui apenas alguns traços e um breve ensaio do que foi o trabalho de pesquisa e testagem da metodologia no referido contexto. Para maiores informações, com imenso prazer, responderemos vossa solicitação. Oportunamente agradeço ao Presidente do IDP (http://www.institutoidp.org.br/), Wenderson Monteiro, pela abertura e interesse à causa científica. •Promover o “resgate” dos laços afetivos-familiares;
•Envolver a família na co-participação do processo socioeducativo do jovem;
•Fornecer subsídios importantes que auxiliam na compreensão da realidade sociofamiliar;
•Diminuir a ansiedade do jovem diante dos desafios da medida socioeducativa;
• Possibilitr interações entre pessoas de diferentes organizações familiares, podendo haver trocas em todos os sentidos – de valores, de regras, de hábitos, de afetos e de experiências;
•Estabelecer um sistema de suporte específico para cada família;
•Formar redes sociais para o desenvolvimento emocional do indivíduo, focalizando o desenvolvimento da capacidade autoreflexiva, autocrítica, da organização autogestora;
•Promover mudanças na subjetividade individual e conseqüentes mudanças na família e no meio social.
O princípio da execução
•Convocando os demais envolvidos (rede social, familiar e comunitária);
•A visita domiciliar como meio de coaptação;
•Calendário de compromisso;
•O termo de compromisso;
Selando o compromisso.
•Disposição do grupo;
•Espaço infantil;
•Condução e reforço alimentar;
Material pedagógico.
•Acolhendo as famílias;
•Introdução ao tema/dinâmica de grupo;
•Divisão em subgrupos: cada um em seu lugar;
•A hora “H”: discutindo e aprofundando;
•O retorno;
Fechamento e novo compromisso.
•Queda no índice de ocorrências disciplinares;
•Maior participação das famílias no processo de socioeducação;
•Maior envolvimento responsável dos jovens no processo;
•Melhora no relacionamento intrafamiliar:
•Maior cumplicidade salutogênica;
•Melhor diálogo intrafamiliar;
•Demonstração de afetividade pelos participantes;
•Resgate dos papéis familiares;
•Desenvolvimento da autoridade parental;
•Entre outros.
•Baixa adesão e interesse das famílias. Falsa crença dos cuidados com os adolescentes como responsabilidade exclusiva do Estado;
•Falta de qualificação específica dos técnicos;
•Estratégias diversificadas de intervenção (perfil familiar);
•Amarras psicológicas, conformidade e negligência de papéis.
domingo, 2 de agosto de 2009
O que é uma Comunidade Terapêutica?
tar a serviço, preocupar-se, prover a cura e finalmente curar.O ideal para um indivíduo que vive em comunidade é possuir um relacionamento de intimidade com os outros participantes, solidariamente afetivo. O que acontece com um indivíduo da comunidade influencia a coletividade já que o elemento essencial da vida comunitária é a participação de todos/as numa mesma cultura com o conteúdo total alcançado por cada participante (Cf. Enciclopédia Abril. São Paulo: Abril, 1976. Vol. 3, p190.).
sábado, 1 de agosto de 2009
I Simpósio Brasiliense de Terapia Familiar

quarta-feira, 29 de julho de 2009
Estimativa de 13 assassinatos diários de jovens de 2006 a 2012, diz estudo.

A pesquisa também indica que, para adolescentes do sexo masculino, o risco de ser assassinado é 11,9 vezes maior se comparado ao de mulheres na faixa de 12 a 18 anos. O estudo traz apenas comparativos por cor e gênero e não apresenta os índices de mortes entre jovens negros, brancos, do sexo masculino e feminino.
A coordenadora do Programa de Redução da Violência Letal do Observatório de Favelas, Raquel Willadino, traçou um perfil dos adolescentes que mais morrem por homicídio no Brasil: são meninos, negros e moradores de favelas ou de periferias dos centros urbanos. Segundo ela, há ainda forte relação com o tráfico de drogas. Abaixo seguem os principais indícios da pesquisa:
- Foz do Iguaçu concentra maior índice de jovens vítimas de assassinato;
- Maceió é a capital brasileira com maior índice de jovens assassinados;
- Sudeste concentra maioria dos municípios com altos Índices de Homicídios na Adolescência;
- Na Região Centro-Oeste, Luziânia (GO) apresentou o maior valor em meio aos índices registrados.
A Região Sudeste do país concentra a maioria dos municípios com altos Índices de Homicídios na Adolescência (IHA). Os locais onde há maior concentração de homicídios entre os jovens a região metropoliatana de Belo Horizonte (MG), com quatro mortes em cada grupo de mil, o entorno de Vitória (ES), com 4,3 mortes, e a região metropolitana do Rio de Janeiro (RJ), com 4,9.
Na Região Norte, o município de Marabá (PA) registra a situação considerada "mais grave" pela pesquisa em termos de vidas perdidas na adolescência, com o IHA de 5,2 mortes em cada grupo de mil. A cidade foi a única da região a registrar média superior a cinco. Macapá (AP) e Porto Velho (RO) ficaram com valores entre três e cinco jovens assassinados.
No Nordeste brasileiro existem "pequenos conglomerados" de municípios com alta incidência de violência contra adolescentes. A cidade de Petrolina (PE) registrou índices acima de três mortes para cada mil, junto a Ilhéus (BA) e João Pessoa (PB).
Na Região Centro-Oeste, Luziânia (GO) apresentou o maior valor em meio aos índices registrados: 5,4 adolescentes assassinados. A maioria dos demais municípios, de acordo com o estudo, possui baixos níveis de IHA. Mesmo em capitais como Goiânia (GO), Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), a média fica entre um e três.
No Sul, todas as regiões que se destacam por conta dos altos índices e violência contra adolescentes ficam no estado do Paraná: Região Metropoliatana de Curitiba, norte central e oeste paranaense, já próximo à fronteira. O recorde não apenas da região mas de todo o país ficou com a cidade de Foz do Iguaçu, onde 9,7 adolescentes são assassinados em cada grupo de mil.
Para maiores informações e acesso ao estudo completo acesse o link: http://www.socialismo.org.br/portal/seguranca-pessoal-e-direitos-humanos/180-noticia/1038-adolescente-negro-tem-quase-tres-vezes-mais-risco-de-ser-assassinado-do-que-branco
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